quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Palanca Negra Gigante

Não resiste a emoção que este antílope (raro) me proporcionou ao ver esta imagem, por isso tive que postar essa pic.   

Alterações climáticas provocam mais refugiados do que as guerras


A ministra do Ambiente, Fátima Jardim, disse hoje, em Luanda, que existem no mundo mais refugiados ambientais do que de guerra e estima-se que na última década mais de dois bilhões de pessoas foram afetadas pelas catástrofes naturais.

Fátima Jardim, que falava nas XIV Jornadas da FESA, como presidente do Comitê Planeta Terra, fez saber que a água transforma a gestão dos recursos hídricos num dos assuntos globais como primeira questão da humanidades, pois determina a paz, progresso universal e o futuro das condições de vida da humanidade.

As alterações climáticas, acrescentou, são consideradas como uma das principais causas que motivam vulnerabilidades sobre os recursos hídricos que já provocam não só alterações no ciclo hidrológico, como na biosfera, condicionando o desenvolvimento e a segurança das nações.

Para ela, hoje a gestão dos recursos hídricos pressupõe não só a apreciação de aspectos multidisciplinares que compreendem questões, hidrogeológicas ecológicas da qualidade da água, ordenamento territorial e o planeamento de critérios de segurança e sustentabilidade para qualificar o ambiente e o desenvolvimento socioeconômico.

“As recentes precipitações no Cunene, Kuando Kubango, Moxico, Luanda e outras províncias do país confirmaram o alto nível de incidência e riscos das cheias e débil gestão integrada dos recursos hídricos, sobretudo, da região do Cunene que ocasionou 22 mil deslocados ambientais, casas destruídas e 85 porcento dos agregados familiares em vulnerabilidade social extrema e insegurança alimentar”, disse.

A escolha deste importante tema identifica a responsabilidade e contínua dedicação da fundação e do seu patrono na abordagem cada vez mais participativa e diversificada das questões universais que contribuem não só para a legitimização dos objetivos e metas nacionais, bem com os compromissos internacionais.

A água, de acordo com a ministra, por existir em quantidades finitas, constitui um dos pilares do desenvolvimento, daí que o respeito a gestão da mesma ser universal e cheia de simbolismos desde o batismo à ciência, pois é indispensável a sobrevivência de todos os seres vivos e uma das componentes essenciais da vida.

A questão da água interpela, disse ainda Fátima Jardim, a humanidade no plano ético, no plano de justiça e de solidariedade, e faz dedicar e abordar assuntos de interesse multidiversificado que se inscrevem em programas temáticos que incluem a economia, ecologia, mudanças climáticas, tecnologia, desflorestação e poluição, encontrando–se a política da água integrada a viabilidade econômica.

O certame está subdividido em quatro painéis e durante os quatro dias, os participantes vão abordar questões como “Água e alimentação visando o fim da pobreza” e “água, saneamento e saúde para todos”.

“Monitoramento de indicadores associados aos objetivos do milênio”, “a água, as alterações climáticas e os desastres naturais”, “os princípios da gestão da água no quadro das alterações climáticas” e “a água, impacto ambiental e cenários de escassez”, bem como “o futuro da política da água e a crise global do ambiente” são outros temas para abordar no certame.

São ainda abordados a problemática do “triálogo interactivo governo, sociedade civil e ciência, visando a mitigação e gestão de catástrofes”, “cooperação para adequada gestão de bacias hidráulicas transfronteiriças” e “preservação de ecossistemas naturais na gestão integrada dos recursos hídricos”.

O papel das águas subterrâneas com reserva estratégia de água”, “a importância dos planos diretores de água e saneamento no êxito da implementação dos respectivos projetos” e “água para energia, energia para água”, assim como o “modelo financeiro para edificação de infra-estruturas de monitoramento hidrométrico, abastecimento de água e saneamento” também estão em debate.

O evento que conta com palestrantes angolanos, portugueses, brasileiros, italianos, ingleses, americanos, alemães, canadenses e espanhóis aborda ainda a “parceria público-privada na gestão da água: Experiências e oportunidades”, “reforma institucional e a regularização como questão fundamental dos serviços de água e saneamento”, “água, reflexos jurídicos de âmbito institucional, nacional e internacional” e o “papel das tarifas dos serviços da água”

Ministra quer universidade mais envolvida nos projectos ambientais


Fátima Jardim falava na cerimónia de apresentação da proposta de projecto sobre o Sistema de Compra de Resíduos não Biodegradáveis, de iniciativa da administração do município do Huambo.

Convidada a dar o seu parecer sobre a proposta de projecto, a ministra louvou a iniciativa e reafirmou que a Universidade José Eduardo dos Santos tem especialistas de várias engenharias que podem e devem dar o seu contributo para a sustentabilidade dos projectos ambientais.

"Há aqui no Huambo muitos especialistas capazes para consultorias e porque não a própria Universidade J.E.S, questionou-se, apelando à direcção, aos docentes e estudantes para que estejam mais próximo dos problemas", reforçou.

A ministra considerou esta proposta de projecto como uma solução dos problemas da província e do país, explicando que prevê separar o lixo, tratá-lo, reutilizá-lo e criar empregos.

"Todos podemos participar neste sistema que pode ser autofinanciado. Como vocês sabem o Presidente da República, José Eduardo dos Santos lançou ao executivo o desafio da aplicação das taxas tributárias, portanto, todos temos que participar", lembrou.

De acordo com a ministra, há necessidade de se generalizar a educação ambiental, para que a sociedade esteja sensibilizada e saiba cumprir com o seu papel.

No encontro, foi também analisada a necessidade de se localizar uma área para a construção do aterro sanitário da província, para tal a ministra sugeriu também que a questão fosse discutida em fórum com especialistas para se evitar erros ambientais.

A Universidade José Eduardo dos Santos, com sede no Huambo, abarca as províncias do Bié e Moxico. Com mais de cinco mil estudantes, foi criada no quadro do decreto 7/09 de 12 de Maio, do Conselho de Ministros. Fazem parte dela, a Faculdade de Ciências Agrárias (cursos de engenharia agronómica e florestal), os institutos e escolas superiores politécnicos, as faculdades de Economia, de Direito, de Medicina Humana e de Veterinária.

Conselho consultivo do Ministério do Ambiente/2010


Os participantes no encontro, decorrido na comuna da Calega, município da Caála, 36 quilómetros a Oeste da cidade do Huambo, apelaram também para o fortalecimento do papel do Ministério do Ambiente na resolução dos problemas ambientais que afligem o país, sobretudo no que diz respeito à gestão ambiental e protecção da biodiversidade.

A aplicação de novas tecnologias e melhoria dos procedimentos de avaliação de impacto ambiental foram também outras das recomendações saídas do encontro, que contou com a participação de técnicos do sector das 18 províncias do país.

Realizado sob lema "a biodiversidade é vida", os delegados recomendaram ainda ao Ministério do Ambiente para que continue a trabalhar na elaboração de legislação sobre questões ambientais, no sentido de proteger os recursos naturais e a reparação dos danos provocados pela degradação do ambiente.

Solicitaram também, entre outras acções, o reforço da cooperação institucional do Ministério do Ambiente para que possa exercer cabalmente o seu papel, com destaque para educação ambiental das pessoas, fiscalização, realização de auditorias, assim como apostar em novas tecnologias.

A reunião analisou, dentre outras, questões relacionadas com a restauração dos parques nacionais e propostas de integração de novas reservas de conservação.

Os diplomas reguladores das actividades ambientais, os mecanismos de fiscalização, o fomento de políticas de sensibilização e educação ambiental estiveram na centro das discussões.

Ministra reitera que qualidade ambiental é prioridade do Governo

Ministra do Ambiente da República de Angola 
A ministra do Ambiente e presidente do comité planeta terra de Angola, Fátima Jardim, reiterou hoje, em Luanda, que a melhoria da qualidade ambiental e de vida dos angolanos é prioridade do Governo e das instituições afins. 

A ministra do Ambiente e presidente do comité planeta terra de Angola, Fátima Jardim, reiterou hoje, em Luanda, que a melhoria da qualidade ambiental e de vida dos angolanos é prioridade do Governo e das instituições afins. 

Fátima Jardim, que falava nas XIV Jornadas da FESA, na qualidade de presidente do comité nacional planeta terra, fez saber que Angola tem 47 bacias hidrográficas e é o segundo potencial hídrico na África Austral.

Para a governante, a escolha deste importante tema para as jornadas da fundação identifica a responsabilidade e a contínua dedicação na abordagem cada vez mais participativa e diversificada de questões universais, que contribuem não só para a legitimação dos objectivos e metas nacionais, mais também internacionais.

Segundo ela, a água é uma questão de peso nas estratégias e geoestratégias de projecção do desenvolvimento em particular do humano razão pela qual a hidropolitica deste recurso já forjou conflitos e disputas que indicam a direcção de uma governança mundial.

O certame está subdividido em quatro painéis e durante os quatro dias os participantes vão abordar questões como “Água e alimentação visando o fim da pobreza” e “Água, saneamento e saúde para todos”.

“Monitoramento de indicadores associados aos objectivos do milénio”, “A água, as alterações climáticas e os desastres naturais”, “Os princípios da gestão da água no quadro das alterações climáticas” e “A água, impacto ambiental e cenários de escassez”, bem como “O futuro da política da água e a crise global do ambiente” são outros temas para abordar no certame.

São ainda abordados a problemática do “Triálogo interactivo Governo, sociedade civil e ciência, visando a mitigação e gestão de catástrofes”, “Cooperação para adequada gestão de bacias hidráulicas transfronteiriças” e “Preservação de ecossistemas naturais na gestão integrada dos recursos hídricos”.

“O papel das águas subterrâneas com reserva estratégia de água”, A importância dos planos directores de água e saneamento no êxito da implementação dos respectivos projectos” e “Água para energia, energia para água”, assim como “Modelo financeiro para edificação de infra-estruturas de monitoramento hidrométrico, abastecimento de água e saneamento” também estão em debate.

O evento que conta com palestrantes angolanos, portugueses, brasileiros, italianos, ingleses, americanos, alemãs, canadianos e espanhóis aborda ainda “Parceria público-privada na gestão da água: Experiências e oportunidades”, “Reforma institucional e a regularização como questão fundamental dos serviços de água e saneamento”, “Água, reflexos jurídicos de âmbito institucional, nacional e internacional” e “Papel das tarifas dos serviços da água”.

CONFERÊNCIA EM LUANDA SOBRE SAÚDE E AMBIENTE

Centro de Convenções de Talatona-Luanda/Angola
Luanda acolheu, na sexta-feira, no Centro de Convenções de Talatona, a II conferência interministerial sobre Saú de e Ambiente em África, estando previsto que seja inaugurada pelo Vice-Presidente da República, Fernando da Piedade Dias dos Santos.

A conferência contou com a participação de 46 ministros africanos e 60 peritos, além de académicos, especialistas em saúde e ambiente, representantes de organizações internacionais e de ONG.

A conferência, a decorreu sob os auspícios da Organização Mundial da Saúde (OMS), Fundo das Nações Unidas para o Ambiente e dos Ministérios da Saúde e do Ambiente do Executivo angolano, visa dar resposta às doenças relacionadas com o meio ambiente na região.

A primeira conferência realizada, em Agosto de 2008, em Libreville, reuniu os 52 países africanos que se comprometeram a implementar os 11 pontos prioritários para enfrentar os desafios relacionados com a saúde e o meio ambiente.
Dois anos depois, o encontro de Luanda vai monitorar e avaliar os compromissos assumidos naquela Conferência. 

Em Luanda foram debatidas questões relacionadas com as alterações climáticas e o ambiente e o estilo de vida. Esta conferência deve aprovar uma “Aliança estratégica entre a Saúde e o Ambiente” (HESA) com o objectivo de apoiar e impulsionar a implementação da Declaração de Libreville. Esta aliança tem, também, como objectivo desenvolver e coordenar as acções dos sectores da saúde e do meio ambiente para uma maior protecção e promoção da saúde pública.

O encontro contou com a presença da directora da Organização Mundial da Saúde, Elizabeth Chan, e do director regional para África, Luís Gomes Sambo.

Posição comum 

A II Conferência Interministerial adoptau uma posição comum para a África sobre as alterações climáticas e a saúde, disse o seu porta-voz. Miguel de Oliveira adiantou que essa posição vai ser apresentada na 16ª reunião das partes da Convenção Quadro das Nações Unidas dedicada à matéria, a realizar, no México, entre o dia 29 de Novembro e 10 de Dezembro.

A conferência, referiu, teve objectivos avaliar os progressos realizados pelos países africanos na implementação da Declaração de Libreville, identificar as acções necessárias à sua aceleração e chegar a um acordo sobre as prioridades do continente em matéria de saúde e de ambiente para a realização de investimentos acelerados, com vista a conclusão dos Objectivos do Desenvolvimento do Milénio, incluindo as áreas de desenvolvimento de programas inter-países.

A Conferência de Luanda foi caracterizada por dois momentos. O primeiro, hoje e manhã, tem um carácter técnico e é dedicado à discussão dos documentos dos países e temas de interesse comum, devendo culminar com uma declaração técnica, a ser submetida aos ministros.

O segundo momento, na quinta e na sexta-feira, é uma a sessão ministerial, com a cerimónia de abertura, discursos das entidades de direcção da OMS, Programa das Nações Unidas para o Ambiente e a leitura da mensagem do Secretário-Geral das Nações Unidas.

domingo, 14 de novembro de 2010

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

PRODUÇÃO E CONSUMO DE ENERGIA

Algumas formas de energia que consumimos são renováveis, nas quais se incluem a energia solar, eólica, hidráulica e geotérmica. Estes tipos de energia estão constantemente a ser renovados.

Energias renováveis – a exploração intensiva de recursos energéticos limitados, tem levado os cientistas a procurar formas de energia que, ao contrário daquelas, não se esgotam e não fazem muita poluição. Entre estas formas de energia encontram-se: a solar, a eólica, a das marés, a geotérmica e a hidroeléctrica.

Mas, há outras fontes de energia* que não são renováveis. Por exemplo, a energia que usamos nos nossos carros não se pode fabricar; os combustíveis fósseis levam milhões de anos para se formarem e não podem ser produzidos de um dia para o outro.

Fontes de energia – conjunto de matérias-primas ou de fenómenos naturais utilizados para a produção de energia (carvão, urano, rios, mares, vento, hidrocarbonetos, etc).

As fontes de energia não renováveis são finitas e esgotam-se (um poço de petróleo não pode ser enchido pois este combustível é resultado de milhões de anos de decomposição orgânica). Uma vez gasta não é possível usá-la de novo, por isso, o melhor é conservar e poupar ao máximo as formas de energia não renováveis.

Vantagens e desvantagens das fontes de energia renováveis

Existem várias vantagens destas fontes, mas as principais são: o aproveitamento de recursos naturais, o facto de estes não serem esgotáveis e de não fazerem muita poluição (sol, vento, água).

Apesar de todas as vantagens das energias alternativas, existem alguns problemas. Na:

∙energia da biomassa, ao contrário de outras energias alternativas, o método de combustão da biomassa não é limpo. Similar à combustão dos combustíveis fósseis, produz algumas quantidades de dióxido de carbono. No entanto, produz poluentes menos danosos, uma vez que os principais elementos encontrados nos materiais orgânicos são: o hidrogénio, o carbono, o oxigénio e o nitrogénio.

∙hidroeléctrica, o aumento do nível da água pode fornecer um habitat melhor para os peixes mas também pode destruir habitats humanos e de outras espécies. Causa ainda erosão de solos que podem ter impacto na vegetação do local. Além destes desastres naturais, o enchimento de barragens também pode destruir marcos históricos.

∙energia solar: os custos iniciais de são as principais desvantagens. Quase todos os métodos de energia solar necessitam de grandes espaços.

∙energia das marés: a alteração do eco-sistema na baía é o maior problema. Tem muitos pré-requisitos que a tornam disponível apenas num pequeno número de regiões.

∙energia das ondas: também depende muito da localização e é bastante dispendiosa.

∙energia eólica o custo inicial das turbinas é maior do que o das energias convencionais. Do ponto de vista ambiental, há o barulho produzido, interferências nos sinais de televisão e pode matar os pássaros. Além dos problemas de poluição visual na Natureza. Também não podem estar perto das cidades e há o problema de o vento não soprar 24 horas por dia o que pode causar problemas na entrega de electricidade.

Como poupar energia?

1. Em casa:

1.a) Casa-de-banho:


- Chuveiro – toma banho de chuveiro em vez de encheres a banheira, assim gastas 3x menos água;

- Banheira – não uses água demasiadamente quente;

- Lavatório – não deixes as torneiras a gotejar mesmo quando estiverem estragadas, tenta consertá-las o mais rápido possível, desta forma podes ajudar a poupar cerca de 1400 litros de água por mês;

- Escova de dentes – desliga a água enquanto escovas os dentes. Se todos agíssemos da mesma forma, seria possível poupar cerca de 16.500 litros de água por ano;

- Armário dos remédios – não desperdices muito lixo, escolhe embalagens familiares e que sejam de produtos recicláveis.

1.b) Cozinha

- Lava louça – não deixes a torneira aberta enquanto lavas a loiça;

- Forno – mantém a porta do forno fechada enquanto cozinhas: um quarto do calor perde-se quando a porta está aberta;

- Fogão – põe um testo nas panelas e tachos, pois assim cozinha-se muito mais depressa;

- Frigorífico – não tenhas a porta aberta por muito tempo. Decide o que queres, antes de a abrir;

- Utensílios – sempre que possível utiliza utensílios manuais e não eléctricos;

- Armário da cozinha – escolhe armários de tamanho largo e cujo tipo de madeira seja reciclável ou reutilizável.

1.c) Quarto

- Janela – no Verão, fecha as cortinas para que o Sol não aqueça o quarto;

- Cama – no Inverno, usa mais cobertores em vez de ligares o aquecimento;

- Interruptor – desliga a luz quando saíres do quarto ou quando não precisares delas acesas;

- Livros – consulta livros sobre as várias formas de poupar energia;

- Lâmpada – tenta usar lâmpadas fluorescentes pois elas utilizam 40% menos energia.

1.d) Despensa

- Máquina de lavar – lava a roupa em água fria. Cerca de 90% da energia utilizada pela máquina é gasta a aquecer a água;

- Cesto – ao usares o secador de roupa prepara um cesto cheio de roupas prontas para a secagem; desta forma secas toda a roupa de uma vez só e a máquina não tem que voltar a aquecer;

- Máquina de secar – põe o máximo de roupas que puderes no secador de cada vez que secas a roupa. Pendura as meias e outras roupas mais pequenas em vez de as secares no secador;

- Produtos de limpeza – lembra-te de adquirir garrafas recicláveis ou recarregar as embalagens vazias;

- Filtros – não te esqueças de limpar o filtro do secador. Gasta-se muito mais energia quando o filtro está entupido;

- Fusíveis – nunca toques na caixa de fusíveis!!

- Esquentador – não aqueças demasiado a água, pois estarás a gastar demasiada energia.

Jogo – És amigo da energia?

Questão1

Se os primeiros peregrinos que foram a Fátima usaram canecas de alumínio, achas que elas ainda podem existir?

Resposta: sim.

Os cientistas estimam que as canecas de alumínio duram 200 a 400 anos. Se estiverem correctos as canecas usadas há menos de 100 anos ainda existem.

Questão2

Se deixares a água a correr enquanto escovas os dentes, podes desperdiçar água suficiente para encher 80 copos?

Resposta: sim.

Podes gastar até 22 litros de água enquanto a torneira está aberta. Isso equivale a 80 copos de água. Por cada minuto que deixas a água correr desperdiças 4,5 litros de água.

Questão3

Se, quando chegou à América Cristóvão Colombo, tivesse enterrado uma garrafa de vidro, ela já estaria decomposta?

Resposta: não.

Os cientistas pensam que demora mais de 500 anos para o vidro se decompor. Por isso, a garrafa ainda poderia lá estar.

Questão4

Tomar banho de chuveiro gasta mais água do que de banheira?

Resposta: não.

O chuveiro gasta cerca de 100 litros de água enquanto que de banheira podes gastar mais do dobro.

Questão5

A caneca pela qual hoje bebes um refrigerante podia ter sido usada por outra pessoa hà vinte anos atrás?

Resposta: sim.

O alumínio pode ser reciclado vezes sem conta. O alumínio é simplesmente compactado e fundido, produzindo assim novas canecas do mesmo alumínio.

Questão6

A maioria da energia que uma lâmpada usa transforma-se em calor?

Resposta: sim.

Apenas 10% da energia queimada na lâmpada é transformada em luz.

Para garantir a existência de energia suficiente no futuro é necessário utilizá-la prudentemente no presente. Todos devemos conservar a energia e usá-la eficientemente. Depende de todos nós a iniciativa de criar novas tecnologias que transformem a energia.

Um de nós pode ser outro Albert Einstein e encontrar outra fonte de energia. Tudo depende da tua garra e determinação. O futuro é nosso mas para lá chegar precisamos de energia.

Não tendo recursos fósseis, o nosso país para produzir electricidade, combustíveis e para as necessidades de aquecimento e refrigeração, necessita de recorrer em cerca de 90% à importação de petróleo (71%) e carvão (19%). A energia proveniente da produção hidroeléctrica, com apenas cerca de 4% e as restantes formas de energia (sobretudo biomassa), com 6%, mostra bem a nossa dependência energética do exterior e dos recursos fósseis. Com a introdução do gás natural (que se prevê contribuirá dentro de 10 anos em cerca de 10% da energia a consumir), esta distribuição será alterada mas continuará a dependência externa.

Para além dos impactos ambientais que este consumo de recursos fósseis implica, estas importações representam um encargo anual que tem variado entre 400 e 500 milhões de contos.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

MEIO AMBIENTE VS SAÚDE

Um ambiente limpo é essencial para a saúde e bem-estar das pessoas. No entanto, as interacções entre a saúde humana e o ambiente são muito complexas e difíceis de avaliar, o que torna a utilização do princípio de precaução especialmente útil. 
Os impactos na saúde mais conhecidos estão relacionados com: 
· a poluição atmosférica, 
· a fraca qualidade da água e 
· as condições sanitárias insuficientes. 
· o ruído é um problema de saúde e ambiental emergente em Angola. 
· as alterações climáticas, a destruição da camada de ozono, 
· a perda de biodiversidade e 
· a degradação dos solos também podem afectar a saúde humana. 
Na província do Namibe, as principais preocupações com a saúde associadas ao ambiente estão relacionadas com a fraca qualidade da água, as fracas condições sanitárias e as substâncias químicas perigosas que advêm do acondicionamento inadequado dos resíduos. 
Os efeitos associados para a saúde incluem doenças respiratórias e cardiovasculares, cancro, asma e alergias, bem como perturbações ao nível do sistema reprodutivo e do desenvolvimento neurológico. 
Muitos poluentes que afectam a saúde humana estão gradualmente a ser objecto de controlo regulamentar em Angola. O desenvolvimento de sistemas de "alerta rápido" deve ser incentivado, a fim de reduzir o tempo de resposta entre a detecção de um potencial perigo e uma intervenção ou acção pelas autoridades competentes. 
A saúde humana foi sempre ameaçada por fenómenos naturais, tais como: 
· tempestades, 
· inundações, 
· incêndios, 
· desabamentos de terras e 
· secas. 
As consequências desses fenómenos estão a ser agravadas pela falta de prevenção e pelo resultado da actividade humana como, por exemplo, a desflorestação, pelas alterações climáticas e pela perda de biodiversidade.

domingo, 17 de outubro de 2010

MEIO AMBIENTE VS ESTADO ANGOLANO

"O projecto LNG vai já atender às mais modernas exigências de respeito pelo ambiente, no quadro de uma política mais geral que obriga a que todos os projectos actuais e futuros se cinjam às normas superiormente definidas para a protecção ambiental, como deverá ocorrer nomeadamente em relação à preservação e protecção da floresta equatorial do Maiombe, na província de Cabinda.

A formação cívica, moral e ambiental dos cidadãos e das populações, deve levá-los a compreender a necessidade de respeitar o seu semelhante e a propriedade alheia, de conviver de forma harmoniosa na sociedade, de cuidar dos bens públicos e do ambiente e de contribuir de forma consciente para o bem geral" (José Eduardo dos Santos).

O discurso de Sua Excia. Sr. Presidente da República, é uma demonstração de que Angola é uma Nação que esteve sempre disposta a desenvolver de forma sustentável respeitando sempre a componente AMBIENTAL no processo de tomada de decisão.  

terça-feira, 12 de outubro de 2010

APROXIMA-SE O 16 DE OUTUBRO DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO "REFLEXÃO"




Pobreza
As profundas desigualdades na distribuição da riqueza no mundo atingiram actualmente proporções verdadeiramente chocantes. 
O número de pobres não pára de crescer e já chega a 307 milhões de pessoas no mundo. Relatório da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad) recentemente publicado mostra que nos últimos 30 anos o número de pessoas que vivem com menos de US$ 1,00 duplicou nos países menos desenvolvidos.
Para a agência da ONU, o dado mais preocupante é a tendência de que esse número aumente até 2015, quando os países menos desenvolvidos poderão passar a ter 420 milhões de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza.
Em algumas regiões, principalmente na África, parte da população já tem um consumo diário de apenas 57 centavos de dólares, enquanto um cidadão suíço gasta por dia US$ 61,9. Nos anos 70 cerca de 56% da população africana vivia com menos de US$ 1,00, hoje este valor é de 65%.A pobreza está a aumentar, em vez de diminuir. (Junho de 2002) 
As ajudas dos países mais ricos aos mais pobres são uma gota de água no Oceano, cifrando-se 0,22 por cento do seu PIB. O mais grave é todavia os subsídios que atribuem às suas empresas para exportarem e barreiras comerciais que levam aos produtos oriundos dos países mais pobres. O desequilíbrio de meios sufoca completamente as economias mais pobres. (Banco Mundial,Abril de 2003)..

Fome
Calcula-se que 850 milhões, em todo o mundo sejam vítimas crónica ou grave subnutrição, a maior parte das quais são mulheres e crianças dos países em vias de desenvolvimento.
O flagelo da fome atinge 777 milhões de pessoas nos países em desenvolvimento, 27 milhões nos países em transição (na ex-União Soviética) e 11 milhões nos países desenvolvidos.
A subnutrição crónica, quando não conduz apenas à morte física, mas implica frequentemente uma mutilação grave, nomeadamente a falta de desenvolvimento das células cerebrais nos bebés, e cegueira por falta de vitamina A. Todos os anos, dezenas de milhões de mães gravemente subnutridas dão à luz dezenas de milhões de bebés igualmente ameaçados. (Junho de 2002).

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

DIA MUNDIAL DO HABITAT


O Dia Mundial do Habitat é celebrado este ano no dia 04 de Outubro, para se reflectir sobre o estado das cidades e os direitos dos seres humanos a uma vida digna.

A data, instituída pela Organização das Nações Unidas em Outubro de 1985, é comemorada as primeiras segundas-feiras de Outubro de cada ano, com o objectivo também de enfatizar o mundo sobre a responsabilidade colectiva pelo futuro do habitat humano.

Com estes objectivos, as Nações Unidas pretendem manter o desafio futuro urbano e elevar a consciência sobre a necessidade de melhor planificação urbana e incentivar as melhores práticas que apresentam os desafios do século XXI.

Nos países desenvolvidos e em vias de desenvolvimento, as cidades sentem os efeitos das mudanças climáticas, a redução de recursos, a insegurança alimentar, o crescimento populacional e instabilidade económica.

Estes factos aumentam neste século e de forma significativa, as cidades, de maneira física e social.

Vários países em vias de desenvolvimento continuam a experimentar índices elevados de urbanização, acompanhando as consequências sérias, assentamentos precários sem infra-estrutura adequadas para atender a procura das populações urbanas crescentes.

Com mais de metade dos habitantes do mundo que vivem em áreas urbanas e com a expectativas de crescimento em dois terço numa geração, não há dúvidas, que a “agenda urbana” será uma prioridade para governos e autoridades locais em todo o mundo. 

Em Outubro de 2008, a directora do UN-Habitat, Anna Tibaijuka, visitou Angola e reuniu-se com o então vice-ministro do Urbanismo e Ambiente, Pedro da Mota Liz, que fizeram uma reflexão a volta do Dia Mundial.

A visita serviu também para a directora do UN-Habitat, Anna Tibaijuka, acompanhar os progressos na construção de habitações sociais, escolas, estradas e outras infra-estruturas em curso em Angola.

Em Angola, o acto central do Dia Mundial do Habitat, que se comemora este ano sob o lema "melhor cidade, melhor vida ", que se realizou na cidade do Namibe, cuja cerimónia será presidida pelo ministro do Urbanismo e Habitação, José Ferreira.

O programa do dia reserva ainda a dissertação de alguns temas como “O Programa Provincial de Urbanismo e Habitação no Namibe”.

O ministro José Ferreira deverá fez a entrega simbólica de 52 loteamentos, dos 100 previstos, inseridos no quadro da implementação do Programa Nacional de Urbanismo e Habitação.

O governo pretende, com este programa, corrigir o crescimento irregular da cidade e os seus efeitos negativos ao meio ambiente, bem como a construção de infra-estruturas socais (escolas, centrais de água e energia, hospitais, jardins e espaços de lazer), hoteleiras e estradas.