sábado, 11 de setembro de 2010
AMBIENTE VISTO EM DUAS DIMENSÕES: TERRA vs MAR
A poluicao tem constituido um dos problemas actuais das nossas comunidades tanto no Pais como no mundo, em particular na nossa Província do Namibe. Algo que inquieta e que todos esperamos a actuação das forcas do governo, para sua solução enquanto muitos se encontram parados e de bracos cruzados.
Sim, é dever de todos ajudar na conservação dos espacos em que nos humanos habitamos, mais o que fazer perante os problemas ambientais que nos assolam? Por vezes conversas tais acessas são discutidas em bares, barracas, cafes, conversas de esquina, mais solucões para sua praticidade?
Bom, diz-se que em nossas casas se inicia a boa educacão e para fora ela transportada para contágio das massas em forma de comportamento etico e moral aceitaveis.
Sera que a educação sobre o ambiente é importante, para colmatar os problemas que assolam, por exemplo nosso Bairro do Eucaliptos? Imaginemos uma comunidade e sociedade, rica em conceitos de protecção ambiental, olhando a cidade como um local agradavel de ver e viver devido as avenidas/ruas arborizadas e cuidadas, edificios altamente limpos e pintados, ruas limpas repletas de redes de escoamento de águas resíduais em condições para evitar cheiretes, latas de deposição do lixo e colecta selectiva dos lixos.
No mar, o respeito pelas praias como lugar de lazer e sobrevivência para pescadores, fonte de alimento para os namibenses devido ao peixe. O comportamento que se deve ter as praias deve ser exemplar e não o que se tem reparado no dia-dia.
Vezes sem conta reclamamos que a praia esta insuportavel e que praia ja nao é mais. Mais eu digo:Ainda é Uma das Melhores Praias que os que cá vivem e vem visitar tem. Há que pensar positivamente em como podemos recupera-las e fazer delas locais actrativos e bom de se estar. Claro, que não será com a mesma potencialidade e beleza cenica que outrora tinha, mais com criatividade e olhar responsável de quem de direito e todos municipes para recuperar estas ricas e lindas praias.
As velas dos pescadores por exemplo, são fonte de inspiração para fotos postais etc, que pelo mar espalham a sua velocidade com os ventos, estimulam momentos de lazer perfeitos para que pessoas assistam e sintam a beleza e força do mar, os meninos e seus flicks e futsal, enfim milhares de actividades podem ser exploradas.
Porque não proteger e conservar o ambiente do nosso Namibe? De quem estamos a espera para colocar nossa contribuição?
Faça a sua parte dá o teu exemplo!!!!
IMPORTÂNCIA DA HIDRATAÇÃO PARA O VERÃO
O Verão chegou e a temperatura já começou a subir. Com isso, aumenta a temperatura do corpo. É nesse momento que o corpo elimina o suor, com o objectivo de manter a temperatura adequada do organismo. Com o suor perde-se água e sais minerais que são essenciais para o funcionamento do organismo.
A água faz parte de todos esses mecanismos. Inclusive para respiração, coração, rim e todos os outros orgãos funcionarem. Eliminamos em torno de 2,5l de água por dia pela urina, fezes, respiração e transpiração. Precisamos tomar 8 copos de água por dia, mas será que somente a água hidrata o organismo?
Muitas pessoas perguntam isso. A água é o único líquido que além de hidratar o organismo, limpa e não possui energia (caloria). O suco hidrata também, é óptimo em vitaminas e minerais, mas possui o açúcar das frutas. Até mesmo o consumo excessivo de sucos e frutas podem levar ao aumento de peso. Os chás ajudam sim na hidratação e quase não tem calorias se for consumido sem açúcar, mas existe o efeito nas ervas. Não devemos tomar mais que 3 xícaras de chá, da mesma erva, por dia, a não ser com orientação e acompanhamento de um profissional da área. Em resumo, podemos sim hidratar o organismo com sucos e chás, mas não podemos esquecer da água. Ela tem que vir em maior quantidade ao longo do dia.
Os alimentos, principalmente frutas e vegetais tem um papel importantíssimo na hidratação. Lembram que eu comecei dizendo que com o suor perdemos minerais também? Então, nos alimentos hidratamos e nutrimos o nosso organismo. No verão fica muito mais gostoso ingerir saladas. Aproveite isso para melhorar o consumo de vegetais!
Muitas pessoas dizem que não tomam água por não sentirem sede. Mas esse é um grande erro. Quando sentimos sede significa que já estamos desidratando e o organismo está mandando um sinal para buscar água. Se você não atender esse sinal o seu corpo aprende a trabalhar com menos água e diminui o seu metabolismo (energia que gastamos para viver). Isso dificulta o funcionamento do organismo e atrapalha quem quer perder peso.
E não pensem que o refrigerante ou suco artificil serão bem vindos na hidratação. Devido aos produtos químicos que possui, não devem ser consumidos com frequência.
Agora é levar a sua garrafinha de água e curtir tudo de bom que o verão nos proporciona!!!
ONDE DE CALOR DA RUSSIA SEM PRECEDENTES DOS ULTIMOS MIL ANOS
O director dos Serviços Meteorológicos russos, Alexandre Frolov, declarou hoje que o país nunca conheceu uma onda de calor tão intenso durante os mil anos da sua história.
"Desde o momento da formação do nosso país, ou seja, num período de mil anos, nada de semelhante aconteceu do ponto de vista do calor. Nem nós, nem os nossos antepassados fixámos tal coisa", disse em conferência de imprensa. "Trata-se de um fenómeno absolutamente único, não há nada igual nos arquivos das observações".
Frolov sublinhou que este fenómeno não confirma nem desmente a hipótese do "aquecimento global". "Se nos próximos 30 anos a situação se repetir, então estaremos perante o aquecimento global".
O Ministério para Situações de Emergência russo informou que continuam activos 557 focos de incêndios numa área de 174.000 hectares. Em algumas regiões os bombeiros conseguiram estabilizar a situação e o número de novos incêndios é inferior aos apagados: 239 e 247 respectivamente.
Neste Verão a Rússia registou 26.000 fogos florestais numa área de 750.000 hectares. No combate às chamas participam mais de 160.000 bombeiros, apoiados por 26 meios técnicos, incluindo 42 aviões e helicópteros.
Países como a Ucrânia, Cazaquistão, Arménia, Azerbaijão, Polónia, França e Alemanha enviaram homens, aviões e helicópteros para ajudar no combate às chamas.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
EM 2030 SERÃO PRECISOS DOIS PLANETAS PARA SUPORTAR O CONSUMO HUMANO
Ao ritmo de consumo actual, a humanidade, para satisfazer suas necessidades no início da década de 2030, vai precisar de dois planetas, alerta o Fundo Mundial para a Natureza (WWF).
A pegada ecológica da humanidade, que avalia o consumo de recursos naturais, já superou em 30% as capacidades do planeta de se regenerar, destaca o WWF no relatório Planeta Vivo 2008.
O Relatório explica que a pressão da humanidade sobre o planeta duplicou nos últimos 45 anos por dois motivos: crescimento demográfico e aumento do consumo individual.
A sobreexploração está esgotando os ecossistemas e os desperdícios acumulam-se no ar, na terra e na água.
Como resultado a escassez de água, a redução da biodiversidade e as alterações climáticas, causadas pela emissão de gases que provocam o efeito estufa, "colocam cada vez mais em risco o bem-estar e o desenvolvimento de todas as nações", informa o WWF.
O "Índice Planeta Vivo", um instrumento criado para medir a evolução da biodiversidade mundial e que envolve 1.686 espécies de vertebrados em todas as regiões do mundo, registrou queda de quase 30% nos últimos 35 anos.
Perante a redução deste índice, parece cada vez mais improvável que alcancemos o objectivo, no entanto modesto, estabelecido na Convenção do Rio sobre a diversidade biológica: diminuir a redução da biodiversidade mundial até 2010", destaca o WWF.
Além da pegada ecológica mundial e do Índice Planeta Vivo, o relatório apresenta um terceiro instrumento de medida, "a pegada de água", que avalia a pressão resultante do consumo sobre os recursos hídricos em escala nacional, regional e mundial.
O grande problema é que a água é um recurso distribuído de forma muito desigual em todo o mundo.
Desta maneira, 50 países enfrentam actualmente um ‘stress‘ hídrico moderado ou grave, segundo o WWF. Além disso, o número de pessoas que sofrem com a falta de água, seja durante todo o ano ou por temporadas, aumentará em consequência do aquecimento global, conclui o organismo de defesa da Ecologia.
A «pegada ecológica», índice da WWF, traduz a quantidade de terra e água necessárias para sustentar as gerações actuais, tendo em conta os recursos materiais e energéticos gastos por uma determinada população.
Os americanos têm uma pegada ecológica média de 9,4 hectares, o equivalente a 4,5 planetas Terra, enquanto os chineses - com uma população quatro vezes superior à dos Estados Unidos - têm uma pegada de 2,1 hectares por pessoa (um planeta).
Alguns países, como os EUA e a China, consomem mais do que a sua biocapacidade (aquilo que os seus ecossistemas são capazes de oferecer), caracterizando-se como «países devedores ecológicos».
A União Europeia tem também um deficit ecológico que a WWF considera «muito preocupante», com uma pegada ecológica de 4,7 hectares por cidadão (2,3 Planetas Terra) e uma biocapacidade de 2,3 hectares.
Portugal tem uma pegada ecológica média de 4,4 hectares, estando em 28 lugar numa lista de 151 países, e uma biocapacidade de apenas 1,2 hectares (95 lugar): «Seriam necessários dois planetas para manter o padrão médio de consumo de cada português», afirma a WWF em comunicado.
Relativamente à pegada de água «Em Portugal a situação é também preocupante», diz a WWF, referindo que o indicador de uso de água é de 2,26 milhões de litros por pessoa por ano, ocupando Portugal o sexto lugar entre 151 países.
Para Luís Silva, da WWF, «esta situação revela que o nosso país pode vir a enfrentar problemas de escassez de água, em consequência das alterações climáticas previstas para a Bacia do Mediterrâneo, onde Portugal se insere. A mudança de hábitos no consumo de água será fundamental para evitar o colapso deste recurso.»
EVITE DESPERDÍCIO DE ALIMENTOS
Ao preparar a comida, evite desperdício: talos, folhas, sementes e cascas têm grande valor nutritivo e possibilitam variações no cardápio. Experimente receitas que aproveitem os alimentos ao máximo.
Além de formar lixo, desperdiçar comida significa também desperdiçar água (cerca de 70% da água disponível é usada na irrigação da lavoura) e poluir a atmosfera (cientistas estão ligando a actividade agrícola ao aquecimento global).
Para conservar os alimentos, evite usar papel alumínio ou filme plástico. Prefira produtos duráveis, como potes de plástico com vedação, tipo “Tupperware”.
USE AR CONDICIONADO COM MODERAÇÃO
Os aparelhos de ar-condicionado são os maiores consumidores de energia elétrica em uma residência, só perdendo para o boiler (aquecedor de água elétrico) e para o fogão elétrico (equipamento pouco usado em Angola). Segundo cálculos do Procel, o ar-condicionado, durante o verão, é responsável por um terço do gasto de eletricidade doméstico. Veja como gastar menos para manter sua casa refrescada no verão:
- Ao instalar o aparelho de ar-condicionado, evite que o sol bata sobre ele.
- Deixe as janelas e as portas do ambiente refrigerado fechadas e desligue o aparelho quando o ambiente estiver vazio.
- Feche janelas e cortinas do ambiente refrigerado, impedindo que o sol bata lá dentro, pois isso vai aumentar a temperatura interna e exigir mais trabalho do ar-condicionado.
- Ao comprar um aparelho de ar-condicionado, prefira os que têm o selo Procel, pois são mais eficientes e gastam menos energia elétrica. Como o ar-condicionado gasta muito, usar um equipamento com o selo faz grande diferença na economia de energia.
- Procure comprar um equipamento adequado para o ambiente em que será instalado, evitando o uso de um aparelho com muita potência (e que gasta mais energia) em um lugar pequeno.
- Mantenha os filtros sempre limpos, pois a sujeira prejudica a circulação de ar e exige que o motor trabalhe mais, aumentando o gasto de energia.
USE DOIS LADOS DE UMA FOLHA DE PAPEL
Você já deve ter escutado que, ao economizar papel, está colaborando para com o meio ambiente, pois evita a produção de resíduos e a derrubada de árvores. No entanto, ao adotar essa prática, você estará também economizando água. Para se produzir um quilo de papel são necessários 540 litros de água.
Assim, uma empresa que gaste uma média de 50 mil folhas de papel por mês (cem pacotes de 500 folhas), o que é um gasto razoável para uma empresa com cerca de 50 a 100 pessoas, estará também gastando, indiretamente, 128.000 litros de água mensais. Se metade do papel utilizado passasse a ser usado dos dois lados (frente e verso), o consumo de papel cairia 25% (e o de água utilizada em sua fabricação também).
Se vinte empresas de mesmo porte resolvessem aderir a essa prática, em um ano teriam economizado água suficiente para encher três piscinas olímpicas, ou abastecer 30 famílias durante esse período.
ECONOMIZE NO BANHEIRO
As bacias sanitárias com caixa acoplada gastam, em média, 12 litros de água a cada vez que a descarga é accionada. Se você tem em sua casa descargas desse tipo e usa o banheiro cinco vezes por dia, gasta 60 litros de água diariamente.
Existe, porém, uma maneira simples de reduzir este gasto, colocando uma garrafa PET (aquelas de refrigerante) de 2 litros, cheia de água, dentro da caixa d´água da bacia. Com isso, você estará economizando 2 litros por descarga, ou 10 litros por dia.
Se esta prática for adoptada em todos os banheiros da casa em que habita uma família de quatro pessoas, essa economia será de 40 litros por dia. Em um ano, essa água poupada é suficiente para matar a sede de 20 pessoas durante o ano inteiro.
E não se esqueça de nunca usar o vaso sanitário como lixeira, pois cada vez que você acciona a descarga para se livrar de papéis ou pontas de cigarro joga fora sem necessidade água limpa e tratada.
Dica: Existem bacias sanitárias mais modernas, com apenas 6 litros de água. Para saber se a sua é desse tipo, basta tentar colocar a garrafa PET dentro. Se não couber, significa que você já está gastando uma quantidade bem menor de água por descarga.
IMPORTANCIA DOS ESPAÇOS VERDES URBANOS
O conceito de espaço verde urbano e respectivas funções sofreram profundas alterações ao longo do tempo, sendo actualmente aceites de forma unânime os seus múltiplos papéis de fundamental importância para o bem-estar da população urbana.
A necessidade de espaços verdes urbanos é uma das consequências da evolução que as cidades têm sofrido ao longo do tempo.
Foi a partir da era industrial, com o êxodo da população rural para a cidade, que surgiu o conceito de “espaço verde urbano”, como espaço que tinha por objectivo recriar a presença da natureza no meio urbano. No século XIX os espaços verdes funcionavam como locais de encontro, de estadia ou de passeio público.
Nas cidades mais industrializadas surge, posteriormente, o conceito de “pulmão verde”, ou seja, o de espaço verde com dimensão suficiente para produzir o oxigénio necessário à compensação das atmosferas poluídas. Foi à luz deste conceito que surgiu o Parque de Monsanto, em Lisboa. Mais tarde, este conceito evoluiu para o de “cintura verde” a rodear a “cidade antiga”, separando-a da “zona de expansão”.
No início do século XX surgiu a teoria do continuum naturale, baseada na necessidade da paisagem natural penetrar na cidade de modo tentacular e contínuo, assumindo diversas formas e funções: espaço de lazer e recreio; enquadramento de infra-estruturas e edifícios; espaço de produção de frescos agrícolas e de integração de linhas ou cursos de água com os seus leitos de cheia e cabeceiras. Este objectivo é realizado quer através da criação de novos espaços, quer da recuperação dos existentes, e da sua ligação através de “corredores verdes”, integrando caminhos de peões e vias.
É esta a lógica que ainda hoje se mantém. Os espaços verdes urbanos, quer públicos quer privados, assumem uma crescente importância nas políticas regionais e municipais, procurando-se uma lógica de contínuo vivificador de todo o tecido urbano e de ligação ao espaço rural envolvente.
Padrões recomendados para a estrutura verde urbana
Cada ser humano tem necessidade de uma quantidade média de oxigénio igual à que pode ser fornecida por uma superfície foliar de 150 m2. Tendo por base esta superfície, o valor global considerado desejável para a estrutura verde urbana é de 40 m2/habitante.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
POLUIÇÃO PREJUDICA QI DE CRIANÇAS
Estudos realizados por pesquisadores do Centro Columbia para Saúde Ambiental de Crianças mostram que poluentes podem afetar o cérebro em sua fase de desenvolvimento. Durante 48 horas, a equipe de cientistas monitorou a qualidade do ar respirado por gestantes de Nova York nos últimos meses de gravidez.
A maior parte delas vivia em bairros de baixa renda, ao sul do Bronx ou ao norte de Manhattan, estando expostas a diferentes tipos de poluentes encontrados no ar das metrópoles. Cinco anos mais tarde, 249 crianças dessas mães foram submetidas a um teste de QI antes de entrarem na escola. Constatou-se que as expostas a mais poluentes antes de nascer fizeram, em média, cinco pontos a menos do que aquelas com menores taxas de exposição.
Embora não seja definitiva, a pesquisa é uma evidência de que a poluição pode mesmo ter uma grande influência no desempenho escolar de crianças.
APRENDA COMO FAZER SÃO CASEIRO
Dar um destino correto ao óleo de cozinha usado ainda é um problema para muitas donas de casa. Uma alternativa para evitar que esse material vá contaminar solos e fontes de água é usá-lo para fabricar sabão. Abaixo, duas receitas de sabão em barra que podem ser feitas em casa.
Sabão em barra caseiro I
Ingredientes:
4 litros de óleo
1 kg de soda caustica diluída em 1 litro de água fervendo (fora do fogo)
Ingredientes:
4 litros de óleo
1 kg de soda caustica diluída em 1 litro de água fervendo (fora do fogo)
Preparo:
Misturar e bater todos os ingredientes até o ponto.
Colocar dentro de caixa de papelão, em altura de uns 5 cm
Misturar e bater todos os ingredientes até o ponto.
Colocar dentro de caixa de papelão, em altura de uns 5 cm
Sabão em barra Caseiro II
Ingredientes:4 L de óleo comestível usado
2 L de água
1/2 copo de sabão em pó
1 Kg de soda cáustica
5 mL de essência aromatizante (facultativo)
Preparo:
Dissolver o sabão em pó em ½ L de água quente
Dissolver a soda cáustica em 1 e ½ L de água quente
Adicionar lentamente as duas soluções ao óleo
Mexer por 20 minutos
Adicionar a essência aromatizante
Despejar em formas
Desenformar no dia seguinte
O QUE É RECICLAVEL E O QUE NÃO É?
Você já ficou em dúvida na hora de separar os materiais para a coleta seletiva? Veja abaixo a lista do que não deve ser colocado no lixo reciclável.
Vidros não recicláveis: espelhos, cristal, ampolas de medicamentos, cerâmicas e louças, lâmpadas, vidros temperados planos.
Plásticos não recicláveis: cabos de panela, tomadas, isopor, adesivos, espuma, teclados de computador, acrílicos.
Papéis não recicláveis: adesivos, etiquetas, fita crepe, papel carbono, fotografias, papel toalha, papel higiênico, papéis e guardanapos engordurados, papéis metalizados, parafinados ou plastificados.
Metais não recicláveis: clipes, grampos, esponjas de aço, latas de tintas, latas de combustível e pilhas. [Observação: pilhas são recicláveis, mas não devem ser descartadas com os itens comuns, uma vez que exige um processo diferente].
CIÊNTISTAS APOSTAM EM RESFRIAMENTO GLOBAL...VERDADE vs MENTIRA? DEIXA O SEU COMENTÁRIO
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IMPORTANCIA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Vivemos nos dias atuais uma época de acontecimentos estranhos e fatos inusitados que se manifestam em relação ao clima e ao aparecimento de grandes problemas nas áreas produtivas de alimento do planeta. Tais problemas se devem a maléfica influência do modo de vida que a humanidade escolheu para seguir, que promove uma grande pilhagem dos recursos naturais que nosso mundo tem a oferecer e, por isso mesmo, esse mesmo planeta que nos acolheu, tende a tentar “se livrar” de nossa presença como se fossemos um corpo estranho. Deixamos o planeta fraco e doente e, através de práticas danosas, provocamos a ira da mão natureza e encontramos a encruzilhada de nossas existências. Ou mudamos a forma como exploramos os recursos naturais, e passamos a viver a sustentabilidade ou pereceremos de forma brutal e emersos em nossos próprios resíduos.
Essa mudança de rumos; deverá ser traçada através da implementação de programas capazes de promover a importância da educação ambiental e a importância da adoção de práticas que visem a sustentabilidade e a diminuição de qualquer impacto que nossas atividades venham a ter no ecossistema que nos circunda e mantém. Através de um debate amplo e profundo de nossas necessidades e um correto entendimento de que a forma como atuamos hoje, só nos levará para a destruição e o aniquilamento.
Compreender que aplicando uma política que promova a importância da educação ambiental voltada principalmente para a sustentabilidade já nas escolas primárias, criaremos nas novas gerações a devida mentalidade conservacionista e será muito mais fácil implementar políticas que visem à utilização sustentável dos recursos planetários no futuro. No entanto, é necessário que além da educação ambiental ou sustentabilidade ambiental, às práticas contrárias sejam combatidas e punidas rigorosamente já nos dias de hoje. Unir o empresariado e convencer as grandes corporações e os produtores rurais de que essas práticas não representarão diminuição de lucro para os seus empreendimentos e sim, em muitos casos, a criação de um importante diferencial que poderá alavancar seus negócios e abrir novas oportunidades de obter uma lucratividade ainda maior do que a atual.
Essa prática de convencimento, também se enquadra numa política de educação ambiental voltada para a sustentabilidade. Contudo, o público alvo será muito mais impermeável e reticente quanto à adoção dessas práticas. Tratando-se de gestores e de grandes empresários, apenas a visão de que poderão lucrar ou reduzir custos atuais será capaz de permitir um convencimento eficiente nesse grupo de indivíduos. Da mesma forma, a aplicação de dispositivos punitivos e uma legislação que trate de forma dura e eficiente os abusos; servirá como amparo para inibir os mais insistentes e menos afetos aos novos objetivos.
Muito mais que a simples causa do meio ambiente, a educação ambiental voltada para a sustentabilidade analisa um amplo espectro de fatores que leva em consideração também os indivíduos afetados pelas atividades e ameaças a comunidades sujeitas às conseqüências danosas das práticas predatórias. Assim deve-se também ter em mente que a educação ambiental voltada para a sustentabilidade tem que prever a redução da vulnerabilidade dessas pessoas.
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