quinta-feira, 2 de setembro de 2010

USE AR CONDICIONADO COM MODERAÇÃO

Os aparelhos de ar-condicionado são os maiores consumidores de energia elétrica em uma residência, só perdendo para o boiler (aquecedor de água elétrico) e para o fogão elétrico (equipamento pouco usado em Angola). Segundo cálculos do Procel, o ar-condicionado, durante o verão, é responsável por um terço do gasto de eletricidade doméstico. Veja como gastar menos para manter sua casa refrescada no verão:
  • Ao instalar o aparelho de ar-condicionado, evite que o sol bata sobre ele.
  • Deixe as janelas e as portas do ambiente refrigerado fechadas e desligue o aparelho quando o ambiente estiver vazio.
  • Feche janelas e cortinas do ambiente refrigerado, impedindo que o sol bata lá dentro, pois isso vai aumentar a temperatura interna e exigir mais trabalho do ar-condicionado.
  • Ao comprar um aparelho de ar-condicionado, prefira os que têm o selo Procel, pois são mais eficientes e gastam menos energia elétrica. Como o ar-condicionado gasta muito, usar um equipamento com o selo faz grande diferença na economia de energia.
  • Procure comprar um equipamento adequado para o ambiente em que será instalado, evitando o uso de um aparelho com muita potência (e que gasta mais energia) em um lugar pequeno.
  • Mantenha os filtros sempre limpos, pois a sujeira prejudica a circulação de ar e exige que o motor trabalhe mais, aumentando o gasto de energia.

USE DOIS LADOS DE UMA FOLHA DE PAPEL

Você já deve ter escutado que, ao economizar papel, está colaborando para com o meio ambiente, pois evita a produção de resíduos e a derrubada de árvores. No entanto, ao adotar essa prática, você estará também economizando água. Para se produzir um quilo de papel são necessários 540 litros de água. 

Assim, uma empresa que gaste uma média de 50 mil folhas de papel por mês (cem pacotes de 500 folhas), o que é um gasto razoável para uma empresa com cerca de 50 a 100 pessoas, estará também gastando, indiretamente, 128.000 litros de água mensais. Se metade do papel utilizado passasse a ser usado dos dois lados (frente e verso), o consumo de papel cairia 25% (e o de água utilizada em sua fabricação também).

Se vinte empresas de mesmo porte resolvessem aderir a essa prática, em um ano teriam economizado água suficiente para encher três piscinas olímpicas, ou abastecer 30 famílias durante esse período.

ECONOMIZE NO BANHEIRO

As bacias sanitárias com caixa acoplada gastam, em média, 12 litros de água a cada vez que a descarga é accionada. Se você tem em sua casa descargas desse tipo e usa o banheiro cinco vezes por dia, gasta 60 litros de água diariamente. 

Existe, porém, uma maneira simples de reduzir este gasto, colocando uma garrafa PET (aquelas de refrigerante) de 2 litros, cheia de água, dentro da caixa d´água da bacia. Com isso, você estará economizando 2 litros por descarga, ou 10 litros por dia. 

Se esta prática for adoptada em todos os banheiros da casa em que habita uma família de quatro pessoas, essa economia será de 40 litros por dia. Em um ano, essa água poupada é suficiente para matar a sede de 20 pessoas durante o ano inteiro.

E não se esqueça de nunca usar o vaso sanitário como lixeira, pois cada vez que você acciona a descarga para se livrar de papéis ou pontas de cigarro joga fora sem necessidade água limpa e tratada.

Dica: Existem bacias sanitárias mais modernas, com apenas 6 litros de água. Para saber se a sua é desse tipo, basta tentar colocar a garrafa PET dentro. Se não couber, significa que você já está gastando uma quantidade bem menor de água por descarga.

IMPORTANCIA DOS ESPAÇOS VERDES URBANOS

O conceito de espaço verde urbano e respectivas funções sofreram profundas alterações ao longo do tempo, sendo actualmente aceites de forma unânime os seus múltiplos papéis de fundamental importância para o bem-estar da população urbana.
A necessidade de espaços verdes urbanos é uma das consequências da evolução que as cidades têm sofrido ao longo do tempo.

Foi a partir da era industrial, com o êxodo da população rural para a cidade, que surgiu o conceito de “espaço verde urbano”, como espaço que tinha por objectivo recriar a presença da natureza no meio urbano. No século XIX os espaços verdes funcionavam como locais de encontro, de estadia ou de passeio público.

Nas cidades mais industrializadas surge, posteriormente, o conceito de “pulmão verde”, ou seja, o de espaço verde com dimensão suficiente para produzir o oxigénio necessário à compensação das atmosferas poluídas. Foi à luz deste conceito que surgiu o Parque de Monsanto, em Lisboa. Mais tarde, este conceito evoluiu para o de “cintura verde” a rodear a “cidade antiga”, separando-a da “zona de expansão”.

No início do século XX surgiu a teoria do continuum naturale, baseada na necessidade da paisagem natural penetrar na cidade de modo tentacular e contínuo, assumindo diversas formas e funções: espaço de lazer e recreio; enquadramento de infra-estruturas e edifícios; espaço de produção de frescos agrícolas e de integração de linhas ou cursos de água com os seus leitos de cheia e cabeceiras. Este objectivo é realizado quer através da criação de novos espaços, quer da recuperação dos existentes, e da sua ligação através de “corredores verdes”, integrando caminhos de peões e vias.

É esta a lógica que ainda hoje se mantém. Os espaços verdes urbanos, quer públicos quer privados, assumem uma crescente importância nas políticas regionais e municipais, procurando-se uma lógica de contínuo vivificador de todo o tecido urbano e de ligação ao espaço rural envolvente.

Padrões recomendados para a estrutura verde urbana
 
Cada ser humano tem necessidade de uma quantidade média de oxigénio igual à que pode ser fornecida por uma superfície foliar de 150 m2. Tendo por base esta superfície, o valor global considerado desejável para a estrutura verde urbana é de 40 m2/habitante.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

POLUIÇÃO PREJUDICA QI DE CRIANÇAS

Estudos realizados por pesquisadores do Centro Columbia para Saúde Ambiental de Crianças mostram que poluentes podem afetar o cérebro em sua fase de desenvolvimento.  Durante 48 horas, a equipe de cientistas monitorou a qualidade do ar respirado por gestantes de Nova York nos últimos meses de gravidez.

A maior parte delas vivia em bairros de baixa renda, ao sul do Bronx ou ao norte de Manhattan, estando expostas a diferentes tipos de poluentes encontrados no ar das metrópoles. Cinco anos mais tarde, 249 crianças dessas mães foram submetidas a um teste de QI antes de entrarem na escola. Constatou-se que as expostas a mais poluentes antes de nascer fizeram, em média, cinco pontos a menos do que aquelas com menores taxas de exposição. 

Embora não seja definitiva, a pesquisa é uma evidência de que a poluição pode mesmo ter uma grande influência no desempenho escolar de crianças.

APRENDA COMO FAZER SÃO CASEIRO

Dar um destino correto ao óleo de cozinha usado ainda é um problema para muitas donas de casa. Uma alternativa para evitar que esse material vá contaminar solos e fontes de água é usá-lo para fabricar sabão. Abaixo, duas receitas de sabão em barra que podem ser feitas em casa.

Sabão em barra caseiro I
Ingredientes:
4 litros de óleo
1 kg de soda caustica diluída em 1 litro de água fervendo (fora do fogo)
 
Preparo:
Misturar e bater todos os ingredientes até o ponto.
Colocar dentro de caixa de papelão, em altura de uns 5 cm
 
Sabão em barra Caseiro II
Ingredientes:
4 L de óleo comestível usado
2 L de água
1/2 copo de sabão em pó
1 Kg de soda cáustica
5 mL de essência aromatizante (facultativo)

Preparo:

Dissolver o sabão em pó em ½ L de água quente
Dissolver a soda cáustica em 1 e ½ L de água quente
Adicionar lentamente as duas soluções ao óleo
Mexer por 20 minutos
Adicionar a essência aromatizante
Despejar em formas
Desenformar no dia seguinte

O QUE É RECICLAVEL E O QUE NÃO É?

Você já ficou em dúvida na hora de separar os materiais para a coleta seletiva? Veja abaixo a lista do que não deve ser colocado no lixo reciclável.
Vidros não recicláveis: espelhos, cristal, ampolas de medicamentos, cerâmicas e louças, lâmpadas, vidros temperados planos.
Plásticos não recicláveis: cabos de panela, tomadas, isopor, adesivos, espuma, teclados de computador, acrílicos.
Papéis não recicláveis: adesivos, etiquetas, fita crepe, papel carbono, fotografias, papel toalha, papel higiênico, papéis e guardanapos engordurados, papéis metalizados, parafinados ou plastificados.
Metais não recicláveis: clipes, grampos, esponjas de aço, latas de tintas, latas de combustível e pilhas. [Observação: pilhas são recicláveis, mas não devem ser descartadas com os itens comuns, uma vez que exige um processo diferente].

CIÊNTISTAS APOSTAM EM RESFRIAMENTO GLOBAL...VERDADE vs MENTIRA? DEIXA O SEU COMENTÁRIO

Poderá assistir ou solicitar (envio ao seu e-mail) mais vídeos relacionados a partir da caixa de mensagem do blog.

IMPORTANCIA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Vivemos nos dias atuais uma época de acontecimentos estranhos e fatos inusitados que se manifestam em relação ao clima e ao aparecimento de grandes problemas nas áreas produtivas de alimento do planeta. Tais problemas se devem a maléfica influência do modo de vida que a humanidade escolheu para seguir, que promove uma grande pilhagem dos recursos naturais que nosso mundo tem a oferecer e, por isso mesmo, esse mesmo planeta que nos acolheu, tende a tentar “se livrar” de nossa presença como se fossemos um corpo estranho. Deixamos o planeta fraco e doente e, através de práticas danosas, provocamos a ira da mão natureza e encontramos a encruzilhada de nossas existências. Ou mudamos a forma como exploramos os recursos naturais, e passamos a viver a sustentabilidade ou pereceremos de forma brutal e emersos em nossos próprios resíduos.
Essa mudança de rumos; deverá ser traçada através da implementação de programas capazes de promover a importância da educação ambiental e a importância da adoção de práticas que visem a sustentabilidade e a diminuição de qualquer impacto que nossas atividades venham a ter no ecossistema que nos circunda e mantém. Através de um debate amplo e profundo de nossas necessidades e um correto entendimento de que a forma como atuamos hoje, só nos levará para a destruição e o aniquilamento.
Compreender que aplicando uma política que promova a importância da educação ambiental voltada principalmente para a sustentabilidade já nas escolas primárias, criaremos nas novas gerações a devida mentalidade conservacionista e será muito mais fácil implementar políticas que visem à utilização sustentável dos recursos planetários no futuro. No entanto, é necessário que além da educação ambiental ou sustentabilidade ambiental, às práticas contrárias sejam combatidas e punidas rigorosamente já nos dias de hoje. Unir o empresariado e convencer as grandes corporações e os produtores rurais de que essas práticas não representarão diminuição de lucro para os seus empreendimentos e sim, em muitos casos, a criação de um importante diferencial que poderá alavancar seus negócios e abrir novas oportunidades de obter uma lucratividade ainda maior do que a atual.
Essa prática de convencimento, também se enquadra numa política de educação ambiental voltada para a sustentabilidade. Contudo, o público alvo será muito mais impermeável e reticente quanto à adoção dessas práticas. Tratando-se de gestores e de grandes empresários, apenas a visão de que poderão lucrar ou reduzir custos atuais será capaz de permitir um convencimento eficiente nesse grupo de indivíduos. Da mesma forma, a aplicação de dispositivos punitivos e uma legislação que trate de forma dura e eficiente os abusos; servirá como amparo para inibir os mais insistentes e menos afetos aos novos objetivos.
Muito mais que a simples causa do meio ambiente, a educação ambiental voltada para a sustentabilidade analisa um amplo espectro de fatores que leva em consideração também os indivíduos afetados pelas atividades e ameaças a comunidades sujeitas às conseqüências danosas das práticas predatórias. Assim deve-se também ter em mente que a educação ambiental voltada para a sustentabilidade tem que prever a redução da vulnerabilidade dessas pessoas.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

CONSELHO PARA UM VERÃO SAUDAVEL


O que é uma Vaga de Calor? 
Uma vaga de calor corresponde a um período de alguns dias, normalmente no Verão, onde as temperaturas máximas são superiores à média normal para a época.

Porque nos podemos sentir mal com o calor?
O nosso organismo, para estar em equilíbrio, necessita de ter perdas e produção de calor idênticas. Se a
temperatura ambiente subir para valores muito elevados, o nosso organismo transpira e liberta calor. Se essas
perdas de água no organismo não forem compensadas por ingestão de líquidos, podemos sofrer desidratações graves.

Grupos de RiscoOs bebés, idosos e doentes acamados são especialmente sensíveis às variações de temperatura.

Efeitos do Calor no Organismo
 • Aumento das cãibras musculares
 • Exaustão pelo calor: dores de cabeça; náuseas; vómitos; tonturas; fraqueza; cãibras; pele húmida e pálida; temperatura corporal normal ou ligeiramente aumentada.

O que fazer se tiver estes sintomas
  • Repouse num ambiente fresco;
  • Dispa as roupas apertadas;
  • No caso de cãibra, massaje os músculos afectados para aliviar a dor;
  • Beba água, devagar e durante várias horas
 
Medidas de Auto protecçãoAs medidas de auto protecção que a seguir indicamos, irão ajudá-lo (a) a sentir-se melhor.
  • Ingira água com maior regularidade
  • Não beba bebidas alcoólicas;
  • Use roupas leves, largas e de cores claras;. As cores escuras absorvem maior quantidade de calor.
  • Evite usar vestuário com fibras sintéticas ou lã. Provocam transpiração, podendo levar à desidratação
   • Evite sair à rua nas horas de maior calor, mas se tiver de o fazer, proteja-se usando um chapéu ou um lenço
   • Evite realizar actividades que exijam muito esforço físico, bem como evite estar em pé muito tempo, especialmente em filas e ao sol;
   • Se estiver em casa durante o dia, abra as janelas e mantenha as persianas semi-corridas, pois permitirá a circulação de ar;
   • Durante a noite, abra bem as janelas para refrescar a casa;
   • Se tiver de viajar de carro, escolha as horas de menor calor para o fazer;

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

ARCO DO CARVALHÃO/LAGOA DO ARCO/OÁSIS ARCO:NENUFÁRES EM PLENO DESERTO







Após uma longa caminhada pelo deserto do Namibe, lá para os lados de Porto Alexandre/Tombwa, na margem direita do rio Curoca, em frente à fazenda de S. João do Sul, eis que nos deparamos com este singular Oásis de indiscritível beleza, que nos faz sentir num outro planeta, pelos constrastes que se nos oferece aos sentidos.
O Arco é uma magnífica formação rochosa natural onde se respira um ambiente de silêncio, paz e calmaria. O deserto aperta o rio que, aqui, consegue espraiar-se e formar um lago de grandes proporções quando as chuvas são mais pródigas. De facto, ninguém fica indiferente ante a beleza que sobressai do azul esverdeado da Lagoa com a vegetação aquática que a cobre de onde sobressai uma profusão de nenúfares quando chuvas esporádicas alimentam o caudal do rio Coroca que lhes dá força e vida, para além da diversidade de espécies animais, com especial realce para aos belos e elegantes flamingos.
As rochas sedimentares mostram o que terá sido esta zona há milhões de anos atrás: um braço de mar, ou lago marinho, que secou progressivamente, em consequência da acção do sol que se abate sobre o deserto, da carência de chuvas, e dos ventos que secularmente as vem fustigando e desgastando.
Sobre este Oásis, que faz parte das belezas do Parque Nacional do Iona, refere uma Cronica intitulada «O Arco do Carvalhão», que encontrei em www.angola-saiago.net/arcos2.html :
 
«No meio dessa aridez avistamos o oásis... De longe, parecia um amontoado de rochas ovaladas, de enormes dimensões, sobrepostas, formando uma espécie de morro. Ao aproximarmo-nos, apercebemo-nos de que aquele amontoado tem um arco natural que dá acesso ao seu interior... Lá dentro, a lagoa, os nenúfares flutuando na sua superfície... A temperatura ali é o oposto do calor do deserto...»
Nessa Crónica, encontra-se também este testemunho escrito por um de dois aventureiros estado-unidenses, que «por alí andaram durante 3 anos, tendo percorrido cerca de 245.000 quilómetros pelos mais recônditos lugares deste planeta, o que lhes granjeou um registo no Guinness»:
"6 de Junho de 2000 - Deslocámo-nos através de uma estrada quase impecável, que corta a areia dourada do Deserto do Namibe e onde o cume dos morros se parecem com o topo das mesas. Que mistério será este que faz o vento moldá-los assim? Saímos da estrada em direcção ao Lago do Arco, onde havia uma pequena aldeia com cerca de 15 pessoas (crianças e adultos), que foram ao nosso encontro e nos olhavam com curiosidade. Percorremos uma pequena distância à volta da montanha de pedra até ao lago de um azul-safira, rodeado de plantas e palmeiras. Havia até nenúfares na lagoa. A Natureza tinha esculpido dois grandes orifícios numa das rochas da montanha, o que nos permitia visualizar a lagoa tanto de um lado, como do outro. Um trabalho de arte! O homem jamais teria criado tal maravilha da Natureza! ... "
(...)
“A lagoa junto ao Arco do Carvalhão chamava-se lagoa de S. João do Sul e fazia parte de uma fazenda com o mesmo nome, que distava de Porto Alexandre (hoje Tombua) uns 25 a 30 quilómetros por estrada. (…)”

VICE-MINISTRO DO AMBIENTE REITERA A NECESSIDADE DA PRESERVAÇÃO DO AMBIENTE

Falando à impressa, à margem de um seminário alusivo ao Dia Mundial da Terra, o dirigente disse ser fundamental preservar a biodiversidade, mas para tal é imperioso sensibilizar as populações, para que saibam como manter puro o meio ambiente.

Sianga Abílio lembrou que Angola tem grandes potencialidades em recursos naturais, que devem servir a sociedade actual a vindoura, daí ser importante exporá-las com cautela, para beneficiar a todos.

Alertou, por outro lado, que as empresas e unidades de produção melhorem o seu posicionamento, introduzindo também aquilo que se pode chamar tecnologias ambientais.

Isso, considerou, permitira garantir a saúde e higiene dos trabalhadores, bem como melhorar a qualidade de vida das populações.

Julga ser necessário garantir que não haja poluição sonora, atmosférica e contaminação das águas e dos solos, por forma a assegurar a saúde das populações e o desenvolvimento sustentável dos recursos existentes.

O responsável do Ambiente informou que estão a sensibilizar as instituições públicas e privadas a fazerem um esforço para garantir o equilíbrio entre a economia e a ecologia, introduzindo as práticas ambientais nas unidades de produção e nas empresas.

A primeira manifestação do Dia Mundial da Terra teve lugar a 22 de Abril de 1970. Foi iniciada pelo senador Gaylord Nelson, activista ambiental, para a criação de uma agenda ambiental.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

ISO 14000


Definição


O ISO 14000 é um conjunto de normas que definem parâmetros e diretrizes para a gestão ambiental para as empresas (privadas e públicas). Estas normas foram definidas pela International Organization for Standardization - ISO ( Organização Internacional para Padronização).
 Estas normas  foram criadas para diminuir o impacto provocado pelas empresas ao meio ambiente. Muitas empresas utilizam recursos naturais, geram poluição ou causam danos ambientais através de seus processos de produção. Seguindo as normas do ISO 14000, estas empresas podem reduzir significativamente estes danos ao meio ambiente.
Quando uma empresa segue as normas e implanta os processos indicados, ela pode obter o Certificado ISO 14000. Este certificado é importante, pois atesta que a organização possui responsabilidade ambiental, valorizando assim seus produtos e marca. Para conseguir e manter o certificado ISO 14000, a empresa precisa seguir a legislação ambiental do país, treinar e qualificar os funcionários para seguirem as normas, diagnosticar os impactos ambientais que está causando e aplicar procedimentos para diminuir os danos ao meio ambiente.

RESPONSABILIDADE AMBIENTAL


O que é responsabilidade ambiental 

Responsabilidade Ambiental é um conjunto de atitudes, individuais ou empresarias, voltado para o desenvolvimento sustentável do planeta. Ou seja, estas atitudes devem levar em conta o crescimento econômico ajustado à proteção do meio ambiente na atualidade e para as gerações futuras, garantindo a sustentabilidade. 
Exemplos de atitudes que envolvem a responsabilidade ambiental individual: 
- Realizar a reciclagem de lixo (resíduos sólidos).
- Não jogar óleo de cozinha no sistema de esgoto.
- Usar de forma racional, economizando sempre que possível, a água.
- Buscar consumir produtos com certificação ambiental e de empresas que respeitem o meio ambiente em seus processos produtivos.
- Usar transporte individual (carros e motos) só quando necessário, dando prioridades para o transporte coletivo ou bicicleta.
- Comprar e usar eletrodomésticos com baixo consumo de energia.
- Economizar energia elétrica nas tarefas domésticas cotidianas.
- Evitar o uso de sacolas plásticas nos supermercados. 

Exemplos de atitudes que envolvem a responsabilidade ambiental empresarial: 
- Criação e implantação de um sistema de gestão ambiental na empresa.
- Tratar e reutilizar a água dentro do processo produtivo.
- Criação de produtos que provoquem o mínimo possível de impacto ambiental.
- Dar prioridade para o uso de sistemas de transporte não poluentes ou com baixo índice de poluição. Exemplos: transporte ferroviário e marítimo.
- Criar sistema de reciclagem de resíduos sólidos dentro da empresa.
- Treinar e informar os funcionários sobre a importância da sustentabilidade.
- Dar preferência para a compra de matéria-prima de empresas que também sigam os princípios da responsabilidade ambiental.
- Dar preferência, sempre que possível, para o uso de fontes de energia limpas e renováveis no processo produtivo.
- Nunca adotar ações que possam provocar danos ao meio ambiente como, por exemplo, poluição de rios e desmatamento.

Erosão



Introdução   
A erosão é um processo de deslocamento de terra ou de rochas de uma superfície. A erosão pode ocorrer por ação de fenômenos da natureza ou do ser humano.
 
Causas naturais

No que se refere às ações da natureza, podemos citar as chuvas como principal causadora da erosão. Ao atingir o solo, em grande quantidade, provoca deslizamentos, infiltrações e mudanças na consistência do terreno. Desta forma, provoca o deslocamento de terra. O vento e a mudança de temperatura também são causadores importantes da erosão.
Quando um vulcão entra em erupção quase sempre ocorre um processo de erosão, pois a quantidade de terra e rochas deslocadas é grande.
A mudança na composição química do solo também pode provocar a erosão.

Causas humanas

O ser humano pode ser um importante agente provocador das erosões. Ao retirar a cobertura vegetal de um solo, este perde sua consistência, pois a
água, que antes era absorvida pelas raízes das árvores e plantas, passa a infiltrar no solo. Esta infiltração pode causar a instabilidade do solo e a erosão.

Atividades de mineração, de forma desordenada, também podem provocar erosão. Ao retirar uma grande quantidade de terra de uma jazida de minério, os solos próximos podem perder sua estrutura de sustentação. 


Prejuízos ao ser humano

A erosão tem provocado vários problemas para o ser humano. Constantemente, ocorrem deslizamentos de terra em regiões habitadas, principalmente em regiões carentes, provocando o soterramento de casas e mortes de pessoas. Os prejuízos econômicos também são significativos, pois é comum as erosões provocarem fechamento de rodovias, ferrovias e outras vias de transporte.


Formas de evitar

· Não retirar coberturas vegetais de solos, principalmente de regiões montanhosas;

· Planejar qualquer tipo de construção (rodovias, prédios, hidrelétricas, túneis, etc) para que não ocorra, no momento ou futuramente, o deslocamento de terra;
· Monitorar as mudanças que ocorrem no solo;
· Realizar o reflorestamento de áreas devastadas, principalmente em regiões de encosta.